Conversa real, cobrança clara: como apresentamos o LexGPT

Uma campanha desperta interesse. Uma conversa real ajuda a avaliar o trabalho. A forma de demonstrar uma IA e de cobrar por ela também pesa na escolha.

Há concorrentes fazendo publicidade de IA jurídica com produção de cinema. Nós estamos construindo o LexGPT e escolhemos colocar outra coisa diante do leitor: conversas reais, com perguntas, respostas, fontes e limitações que ele pode examinar. Na cobrança, oferecemos uma opção por consumo, sem mensalidade, e saldo pré-pago para a taxa de uso com chave própria.

Isso merece entrar na comparação entre produtos. Mesmo quando duas ferramentas parecem fazer coisas semelhantes, a maneira de demonstrar o trabalho e a maneira de cobrar podem mudar bastante a decisão de um escritório.

Não basta perguntar o que uma IA promete fazer. Vale olhar quanto conseguimos descobrir sobre ela antes de contratar e quanto compromisso precisamos assumir para experimentar.

Uma campanha pode ser ótima. A avaliação precisa continuar depois dela.

Em 28 de setembro de 2026, a Harvey apresentou a campanha Agreements Make History, com um filme criado com a agência Better Half e dirigido pela Rubberband, da Smuggler. É um exemplo concreto de como a comunicação da IA jurídica chegou ao território das grandes campanhas de marca.

Não há nada de errado nisso. Uma boa campanha pode apresentar bem uma empresa que também tem um bom produto. Produção cinematográfica não é evidência contra a qualidade de um software.

Mas uma campanha tem uma tarefa diferente da sua. Ela precisa conquistar atenção. Você precisa descobrir se a ferramenta ajuda a trabalhar.

O advogado que procura jurisprudência precisa avaliar se consegue chegar à decisão citada. Quem quer comparar entendimentos precisa perceber se a resposta enfrenta as divergências ou apenas aproxima textos que parecem falar da mesma coisa. Quem pretende redigir uma peça precisa entender o que veio das fontes e o que ainda depende da sua análise.

Um filme de marca não foi feito para responder a tudo isso. A decisão de compra precisa de outras evidências. Essa exigência vale para qualquer fornecedor, inclusive para o LexGPT.

O que uma conversa deixa à vista

No LexGPT, mostramos conversas que seus autores escolheram tornar públicas. O leitor consegue acompanhar uma pergunta, os desdobramentos da pesquisa e as fontes apresentadas nas respostas.

Veja, por exemplo, esta conversa sobre jurisprudência envolvendo Airbnb. O pedido inicial procura julgados e pontos de conflito. Depois vêm pedidos de aprofundamento e de um relatório com ementas. A publicação permite observar como a pesquisa se desenvolve e quais materiais são trazidos para sustentar o texto.

Também há avisos sobre leituras pendentes e sobre a necessidade de conferir a íntegra dos julgados. Isso interessa tanto quanto uma resposta bem escrita. Um resultado apresentado sem suas limitações dificulta justamente a avaliação que o comprador precisa fazer.

Ao ler, você pode formar um juízo mais concreto: a resposta enfrentou a pergunta? O pedido seguinte acrescentou algo? As fontes permitem conferir o argumento? O que ainda precisaria ser feito antes de usar aquele material em um trabalho profissional?

Uma conversa publicada não responde por todo o produto. Ela é um exemplo selecionado por quem decidiu compartilhá-la, não um teste controlado nem uma garantia de que qualquer pesquisa terá o mesmo resultado. A publicação registra as mensagens compartilhadas naquele momento; mensagens posteriores não aparecem automaticamente ali. E expor as fontes não torna uma resposta infalível.

Ainda assim, há uma diferença prática entre ouvir que uma ferramenta pesquisa e poder examinar uma pesquisa. É essa possibilidade de inspeção que queremos oferecer. As conversas privadas não se tornam públicas por padrão.

Experimentar também depende da cobrança

Depois de avaliar o que o produto faz, vem outra pergunta: quanto custa descobrir se ele serve para o meu trabalho?

Uma assinatura pode fazer sentido quando o uso é frequente e os recursos incluídos compensam o compromisso. Uma contratação empresarial pode envolver implantação, suporte e integrações. O problema não é existir mensalidade. É assumir uma despesa recorrente antes de entender o valor que a ferramenta entrega para você.

No LexGPT, o Flex permite usar o modelo da plataforma com cobrança por consumo e sem mensalidade. Já no BYOK, em que você conecta sua própria chave de um provedor compatível, oferecemos saldo pré-pago para pagar a taxa de serviço do LexGPT. São duas condições distintas, descritas na página de planos.

O saldo pré-pago do BYOK cobre a taxa do LexGPT. Os tokens do modelo são cobrados separadamente pelo provedor da sua chave. Portanto, aquele saldo não representa o custo total da operação nem limita, sozinho, a conta que você pode ter no provedor.

Essa distinção precisa ficar clara antes da recarga. Seria contraditório defender transparência na demonstração e deixar uma parte da cobrança escondida na explicação.

O pré-pago dá visibilidade a uma parcela do gasto: você acompanha o saldo e o consumo da taxa da plataforma. Ao avaliar essa modalidade, considere também as regras de reserva de saldo, a validade dos créditos e as condições de recarga. Crédito, token e pergunta não são unidades intercambiáveis. Uma pesquisa longa, com bastante material e várias etapas, pode consumir mais que uma interação breve.

Não estamos dizendo que pré-pago é sempre mais barato. Estamos oferecendo uma forma de contratar que pode ser adequada a quem quer avaliar o uso antes de adotar uma despesa mensal. O LexGPT também tem planos com mensalidade; a escolha depende da rotina e das condições de cada modalidade.

Produtos parecidos podem resultar em escolhas diferentes

Imagine duas ferramentas que apresentem pesquisa jurídica e apoio à escrita. As páginas comerciais podem parecer muito próximas. Na prática, você consegue inspecionar melhor os resultados de uma delas, entende melhor a conta e encontra uma forma de experimentar compatível com seu orçamento. Essas diferenças têm valor.

Elas não substituem a qualidade da pesquisa, a cobertura das bases ou o cuidado com os dados. Mas ajudam a avaliar essas qualidades antes de ampliar a contratação. Demonstrar o produto e explicar a cobrança também fazem parte da relação com quem compra.

Por isso, uma comparação útil vai além de uma lista de funcionalidades. Nosso guia de compra de IA para advogados discute outros critérios para essa escolha. Aqui, o ponto é mais direto: procure evidências que você consiga examinar e condições comerciais que você consiga entender.

O compromisso que queremos assumir

O LexGPT está em construção. Não precisamos fingir ter a estrutura de uma gigante para apresentar o que temos hoje. Precisamos deixar o trabalho visível, explicar os limites e permitir que você forme sua própria opinião.

Uma campanha pode despertar a sua curiosidade. Queremos que uma conversa ajude você a decidir se vale testar. E queremos que a cobrança permita entender o que está sendo pago durante esse teste.

Comece pela conversa publicada. Leia as perguntas, abra as fontes e observe o que ficou pendente. Esse é um bom lugar para começar a avaliar o LexGPT.

Experimente o LexGPT no seu trabalho.

Pesquise jurisprudência no Juris e confira as fontes que sustentam a resposta. Consulte os planos para escolher como usar o LexGPT.

O LexGPT está em beta.